Ana Maria Mauad

Doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense, com pós-doutorado no Museu Paulista da USP. Atualmente é Coordenadora do curso de Graduação em História, professora do Departamento de História, do Programa de Pós-Graduação em História e pesquisadora do Laboratório de História Oral e Imagem da UFF, desde 1992 e do CNPq desde 1996. Dedica-se ao ensino de teoria e metodologia da história e é autora do livro “Poses e Flagrantes: ensaios sobre História e fotografias” (Eduff, 2008) e de vários artigos e capítulos de livros sobre temas ligados à História visual, História cultural e História da Memória , especialmente fotografia.

Consuelo Lins

Professora associada da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisadora da área de Comunicação, com ênfase na produção audiovisual contemporânea, particularmente cinema contemporâneo, documentário, documentário subjetivo, ensaios fílmicos; cinema, vídeo, televisão, mídias móveis. Formada em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, fez mestrado na ECO/UFRJ, mestrado e doutorado (1989/1994) e pós-doutorado (2005) em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris 3 (Sorbonne Nouvelle). É autora de O documentário de Eduardo Coutinho; televisão, cinema e vídeo (Jorge Zahar editor/2004, 2007, 2010 (terceira edição) e Filmar o real, sobre o documentário brasileiro contemporâneo (Jorge Zahar/2008). Ganhou recentemente os editais da Petrobrás Cultural (2007) e do Ministério da Cultura (2008). É diretora de Lectures (2005), Leituras Cariocas (2009), Babás (2010), entre outros filmes premiados em vários festivais.

Eduardo Cadava

Doutor pela Universidade da Califórnia, Irvine, em 1988, tornou-se professor da Universidade de Princeton em 1989. Suas especialidades são cultura e literatura norte-americanas, literatura comparada, mídia e tecnologia, e teoria da tradução. É autor de Words of Light: Theses on the Photography of History (Princeton, 1997) e Emerson and the Climates of History (Stanford, 1997), e co-editor de Who Comes After the Subject? (Routledge, 1991), Cities Without Citizens (Rosenbach Museum/Slought Foundation, 2004), de um número especial of the South Atlantic Quarterly intiturlado And Justice for All?:  The Claims of Human Rights (Duke, 2004). Publicou vários artigos sobre Emerson, Benjamin, Kafka e Celan, e sobre tópicos como fotografia, arquitetura, democracia, memória, escravidão e ética da decisão. Também traduziu para o inglês vários ensaios de Derrida, Lacoue-Labarthe, Blanchot, o outros. No momento, está concluindo uma coleção de ensaios sobre ética e política do luto, que se chama Of Mourning e um pequeno livro sobre as relações entre a música e as técnicas de reprodução, memorização e escrita, intitulado Music on Bones. Ensina regularmente nos cursos de Estudos Culturais Europeus e é membro associado do Departamento de Literatura Comparada, do Centro de Estudos Afro-americanos, do Programa de Estudos Latino-americanos, da Escola de Arquitetura, e do Instituto de Estudos Internacionais e Regionais.

Gabriela Nouzeilles

Licenciada em Letras pela Universidade de Buenos Aires (1984), doutora pela Universidade de Michigan (2005), é professora de Estudos Latino-americanos. Ensinou na Universidade de Buenos Aires, Notingham University (R.U.), Trinity College (R.U.) e na Duke University. Entrou para a Universidade de Princeton em 2004. Suas especialidades são cultura e literatura latino-americanas modernas, teoria crítica, mídia e modernidade e literatura de viagem. Tem artigos publicados em vários periódicos, como MLN, Revista Iberoamericana, Journal of Latin American Cultural Studies, Revista de Crítica Literaria Latinoamericana , and LALR. Fundou e editou, entre 1999 e 2003, o periódico interdisciplinar Nepantla. É autora de Naturalism, Nationalism, and Medical Politics of the Body (Viterbo 2000), e Of Other Places. Patagonia and the Production of Nature (Duke U. P., a sair). Editou La naturaleza en disputa. Retóricas del cuerpo y el paisaje (Paidós 2002), e co-editora de The Argentina Reader. History, Culture, and Politics (Duke 2003), and La memoria insastifecha (Santiago, Chile: ARCIS, a sair). É a atual Diretora do Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Princeton.

Helouise Costa

Possui graduação em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983), mestrado em Artes pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (1994) e doutorado em Arquitetura pela mesma Universidade (1999). Livre-docente em “História, Teoria e Crítica de Arte em Museus” pela Universidade de São Paulo, em 2009, tendo defendido tese sobre o processo de legitimação da fotografia pelo museu de arte. É docente e curadora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, desde 1993, e professora orientadora junto ao Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo. Foi vice-diretora do MAC USP no período de junho 2006 – julho 2010 e atualmente é Coordenadora da Divisão de Pesquisa em Arte, Teoria e Crítica do Museu. Atua na área de Artes com ênfase nos seguintes temas: fotografia moderna e contemporânea, fotojornalismo, fotografia e representação, teoria e crítica de arte, museologia, história das exposições de arte e arquitetura de museus. Publicou os livros A fotografia moderna no Brasil, em co-autoria (Cosac Naify, 2004) e Waldemar Cordeiro: a ruptura como metáfora (Cosac Naify, 2002), além de artigos diversos sobre fotografia e museus.

Leila Danziger

Graduou-se em Artes pelo Institut d’ Arts Visuels d´Orléans, França (DNSEP, 1989). É mestre em História, pelo Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura (PUC-Rio, 1996, bolsa CNPq) e doutora pelo mesmo Programa, com estágio de 12 meses na Universidade Carl v.Ossietsky, Oldenburg, Alemanha (2003). É professora adjunta do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), atuando nos cursos de Graduação (bacharelados e licenciatura) e também do Programa de Pós-graduação em Artes, onde foi coordenadora-adjunta de 2008 a 2010. Atualmente é chefe do Departamento de Teoria e História da Arte. Tem atuação na área de Artes, com ênfase em Artes Plásticas, trabalhando principalmente com os seguintes temas: articulações entre arte, história, memória e esquecimento; imagem e escritura; arte e mídia. Participou de mostras individuais e coletivas na Funarte (Rio de Janeiro), Paço Imperial (Rio de Janeiro), Galeria Thomas Cohn (São Paulo), Itaú Cultural (São Paulo), MAM (Rio de Janeiro), Frauenmuseum (Bonn, Alemanha), Galeria do Instituto de Relações com o Exterior (IFA-Galerie, Berlim, Alemanha), Espaço Ecco (Brasília), SESC-Pinheiros (São Paulo), Museu de Arte Contemporânea de Niterói, entre outros. Foi contemplada pelo Programa de Bolsas RioArte, da Prefeitura do Rio de Janeiro, em 1995 e em 2002. É Jovem Cientista do Nosso Estado (FAPERJ), na área de artes plásticas. Acaba de concluir seu estágio de pós-doutorado na Bezalel Academy of Arts and Design Jerusalem, Israel, com bolsa do CNPq e desenvolve a pesquisa “Navios de imigrantes: ensaios visuais sobre a memória dos refugiados judeus do nazi-facismo no Brasil”.

Márcio Seligmann-Silva

Possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986), mestrado em Letras (Língua e Literatura Alemã) pela Universidade de São Paulo (1991), doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Freie Universität Berlin (1996), pós-doutorados pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998, CNPq e 1999, FAPESP), pós-doutorado pelo Zentrum Für Literaturforschung Berlim (2002) e pós-doutorado pelo Department of German, Yale University (2005). É Professor livre-docente de Teoria Literária da Universidade Estadual de Campinas. Coordena o Projeto Temático FAPESP “Escritas da Violência”. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária e Literatura Comparada. Atua principalmente nos seguintes temas: romantismo alemão, teoria da tradução, testemunho, literatura e outras artes, teoria estética do século XVIII ao XX e a obra de Walter Benjamin.

Maria Gough

Pulitzer Professor de Arte Moderna na Faculdade de Artes e Ciências da Universidade de Harvard, desde 2009, foi antes Diretora do Departamento de Arte e História da Arte da Stanford University. Graduou-se em Arte pela Universidade de Melbourne, em 1990, e doutorou-se em História da Arte e da Arquitetura pela Universidade de Harvard, em 1997. e Especialista nas vanguardas russas e soviéticas de 1900 a 1945, publicou , The Artist as Producer: Russian Constructivism in Revolution (University of California Press, 2005), livro fundamental para compreender os famosos debates da Inkhuk, organização soviética, criada em 1920, para encorajar a expressão artística “pós-revolucionária”, e vai ser responsável consolidação do projeto estético contrutivista. Também tem escrito sobre o impacto das vanguardas russas e soviéticas nos círculos artísticos de Berlim e Paris, nos anos 1920 e 1930, bem como suas influência sobre a arte norte-americana, notadamente entre os minimalistas. Atualmente, dedica-se a terminar dois livros: How to Make a Revolutionary Object, sobre os projetos intermídia de El Lissitzky e Gustavs Klucis, e Radical Tourism, sobre as práticas fotográficas dos viajantes estrangeiros na Ásia Central Soviética no início dos anos 1930.

Pamela Lee

Professora do Departamento de Arte e História da Arte da Universidade de Stanford. Graduou-se pela Universidade de Yale e doutorou-se em Arte na Universidade de Harvard. Suas áreas de trabalho principais são teoria e crítica da arte do modernismo tardio, particularmente as décadas de 1960 e 1970. Entre outros periódicos, têm escrito em October, Artforum, Assemblage, Anthropology and Aesthetics, Les Cahiers du Musee National d’arte Moderne, Grey Room, Parkett, e Texte zur Kunst. Publicou Object to be Destroyed: The Work of Gordon Matta-Clark (Cambridge: The MIT Press, 2000) and Chronophobia: On Time in the Art of the 1960s (Cambridge: The MIT Press, 2004), e, a sair, proximanente, New Games: Postmodernism and the Prisoner’s Dilemma (Routledge). Sua pesquisa atual chama-se Forgetting the Artworld: Globalization and Contemporary Art .

Rosângela Rennó

Artista visual, formada em arquitetura pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte (1986) e em artes plásticas pela Escola Guignard, Belo Horizonte (1987). Doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo (1997). Detentora de vários prêmios Nacionais e Internacionais, entre estes: Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (IBAC/FUNARTE), Rio de Janeiro, RJ, juntamente com Jean Guimarães (1992); Bolsa Vitae de Arte, categoria Artes Plásticas, para desenvolvimento do projeto “Espelho Diário”, São Paulo, SP (1998); Bolsa de trabalho no exterior, Artist in Residence Program, Civitella Ranieri Foundation, Umbertide, Itália, 1997; Bolsa Guggenheim, Nova York, EUA (1999), e Prêmio aquisição no SANITAS-ARCO Electrónico/Media Art’99, Arco Internacional Artfair, Madri, Espanha (1999). Realzou exposições individuais no Brasil e no exterior, Os trabalhos da artista integram coleções nacionais e internacionais, como: Art institute of Chicago, Chicago; Centro de Arte Contemporânea Inhotim CACI, Belo Horizonte; Centro Gallego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela; Coleção Gilberto Chateuabriand / Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Colección Cisneros, Caracas / New York; Culturgest, Lisbon; Daros LatinAmerica, Zurich; Guggenheim Museum, New York; Latino Museum, Los Angeles; Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León MUSAC, León; Museo de Cáceres, Spain; Museo Extremeño, Badajoz; Museo Nacional Reina Sofia, Madrid; Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Museum of Contemporary Art MOCA, Los Angeles; Museum of Contemporary Art of Chicago; Stedelijk Museum voor Actuele Kunst SMAK, Gent; Tate Modern, London.

Sergio Burgi

Formado em Ciências Sociais pela USP em 1981, ano em que ingressou no curso de Mestrado em Conservação Fotográfica da School of Photographic Arts and Sciences, do Rochester Institute of Technology (EUA) onde obteve em 1984 os diplomas de Master of Fine Arts in Photography e Associate in Photographic Science pelo Rochester Institute of Technology. Foi coordenador do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE entre 1984 e 1991. É membro do Grupo de Preservação Fotográfica do Comitê de Conservação do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e desde 1999 coordena a área de fotografia do Instituto Moreira Salles, principal instituição voltada para a guarda e preservação de acervos fotográficos no Brasil.

Thomas Levin

Professor do Departamento de Alemão da Universidade de Princeton, desde 1990. Seus principais campos de atuação são teoria cultural e da mídia, teoria estética, Escola de Frankfurt e Teoria e História da Arte. Doutor em Filosofia e História da Arte pela Universidade de Yale, é editor do The Musical Quarterly e, além atuar como pesquisador e professor desenvolve trabalho artístico no campo da mídia sonora. Foi pesquisador do Internationales Forschungszentrum Kulturwissenschaften (Vienna) e no Instituto de Estudos Avançados, em Budapest. Em 1999, foi escolhido pelo Ministério da Vultura da Holanda para ser artista-residente no Witte de With Center for Contemporary Art, em Rotterdam, onde desenvolveu o projeto “Celluloid Rembrandtiana” que investigava a dinâmica do nacionalismo cultural na mídia de massas através de doze filmes acerca de Rembrandt, realizados entre 1920 e 1999. No ano acadêrmico de 2000-01, foi director academic do Berlin Consortium for German Studies na FU-Berlin.  Curador de inúmeras exposições na Europa, tem traduzido e editado, nos Estados Unidos, as obras de Walter Benjamin e Siegfreid Kracuer. Editou, entre outros livros, CTRL [Space]. Rhetorics of Surveillance from Bentham to Big Brother (Cambridge, Mass.: MIT Press, 2002) seu próximo livro chama-se Resistance to Cinema: Reading German Film Theory . (Princeton: Princeton University Press)

Tom Cohen

Doutor pela Universidade de Yale, professor de Estudos de Cultura, Literatura e Mídia na University of Albany. Seus trabalhos abrangem teoria literária, cultura política, estudos de cinema, pensamento digital, biopolítica e, mais recentemente, as mudanças no pensamento do século XXI na era da mudança climática. Publicou sobre autores americanos e ideologia (Poe, Whitman, Melville, Faulkner, pragmatism, Morrison, entre outros) e sobre filosofia clássica e européia. Entre seus livros importantes, estão Anti-Mimesis—from Plato to Hitchcock (Cambridge UP, 1994), e Hitchcock’s Cryptonymies (University of Minesota Press, 2005, 2 vol.). Seu principal foco de pesquisa no momento é investigar como a aurora da “era da mudança climática” recoloca os protocolos dos conceitos teóricos do século XX. Para perseguir este objetivo, criou o Institute on Critical Climate Change, IC3, na Universidade de Albany. O Professor Cohen lecionou em vários países do mundo, inclusive na China e na Tailândia.

Valeria Gonzalez

Possui licenciatura em História da Arte (UBA). Profesora de arte contemporânea (UBA, IUNA, UNTREF). Pesquisadora UBACYT na área de fotografia. Membro da Asociación Argentina de Críticos de Arte. Colaboradora na seção de Artes Plásticas do diário Página/12. Trabalhou no programa de clínica de obra da Fundación Antorchas e no programa “Intercampos” da Fundación Telefónica da Argentina. Desde 1996, trabalha como curadora independiente. Integrou o Jurado de Becas do Fundo Nacional das Artes (2005), entre outros. Autora de “El pez, la bicicleta y la máquina de escribir” (Proa, 2006), além de diversos artigos, capítulos de livros e catálogos de exposições.



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